Reverberações

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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!” (Florbela Espanca)

Logo pela manhã recebo, via email, este texto de um amigo que lembrou-se de mim no fim de semana ao folhear "velhas laudas de tempos em que autores eram mais amigos das palavras"; e que, segundo ele, são "versos que poderiam ter sido escritos como autobiografia das múltiplas personas que caminham em minha alma".


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